Cuspo no chão sem medo.
Cuspo palavras.
Cuspo discordâncias verbais.
Cuspo que sinto o que não sinto.
Cuspo pela incapacidade de mudar
O cotidiano, de dizer á quem me odeia – ame ou deixe-me, de dizer ao mundo que as guerras estão dilacerando tudo,
até meu cuspe!
Cuspo por que sou incapaz de perceber um vôo pleno de uma borboleta.
De observar o desabrochar lúcido de uma rosa.
Cuspo em mim
domingo, 15 de fevereiro de 2009
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Sinto um falha em mim.
Quando magoou sinto encouraçado.
Quando me magoam sinto amendrotado.
Coração dilacerado.
Quando me magoam sinto amendrotado.
Coração dilacerado.
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Aventuro-me em ti
Descubro-me em ti
Sede em ti
Leve brisa carregue-me pelo vento
Indiscreto traçado!
Leva ao sopro de mim.
E carregue pra ti.
Descubro-me em ti
Sede em ti
Leve brisa carregue-me pelo vento
Indiscreto traçado!
Leva ao sopro de mim.
E carregue pra ti.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
sexta-feira, 4 de janeiro de 2008
Cê
Tempo passa.
Aqui fico,
Fico em procura do cê,
Fico com uma esperança,
Onde andará meu sossego,
cê levou minha solidão
cê foi e deixou minha paixão.
Paixão que inquieta,
Essa busca, me faz repensar!
E pensar ao longe, aonde cê andará?
Aqui fico,
Fico em procura do cê,
Fico com uma esperança,
Onde andará meu sossego,
cê levou minha solidão
cê foi e deixou minha paixão.
Paixão que inquieta,
Essa busca, me faz repensar!
E pensar ao longe, aonde cê andará?
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
AINDA BROTA
Água. Sim água percorre e corre pelos cantos e encantos
Límpida, suave vida que brota na sua delicadeza...
Mãe terra, mãe água, precisada, utilizada.
Por mim, mas desperdiçada por nos.
Ainda tremo tristemente. RIOS, RIACHOS, percorrem...
Tem seu percurso, audácia pura!
Segue seu afluente,
De acordo com sua pureza, com sua poluição.
Homens sede têm necessidades tem
Mesmo assim vira as costas simplesmente como
Se fosse infinita,
Pura enganação que entristeci a seca e o sertão.
Finita é,
Saudável é,
Ainda a nascentes,
Ainda brota,
Ainda polui,
Ainda jorra água de calçadas de maneira envergonhada;
Mas ainda nasce, água morre.
Ainda fico com a alma despedaçada, a cada dia...
Em que vejo a covardia.
Algum dia acabará se eu se nos se o mundo
Não se cuidar, ainda vamos nos assustar!
Água. Sim água percorre e corre pelos cantos e encantos
Límpida, suave vida que brota na sua delicadeza...
Mãe terra, mãe água, precisada, utilizada.
Por mim, mas desperdiçada por nos.
Ainda tremo tristemente. RIOS, RIACHOS, percorrem...
Tem seu percurso, audácia pura!
Segue seu afluente,
De acordo com sua pureza, com sua poluição.
Homens sede têm necessidades tem
Mesmo assim vira as costas simplesmente como
Se fosse infinita,
Pura enganação que entristeci a seca e o sertão.
Finita é,
Saudável é,
Ainda a nascentes,
Ainda brota,
Ainda polui,
Ainda jorra água de calçadas de maneira envergonhada;
Mas ainda nasce, água morre.
Ainda fico com a alma despedaçada, a cada dia...
Em que vejo a covardia.
Algum dia acabará se eu se nos se o mundo
Não se cuidar, ainda vamos nos assustar!
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